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Pacheco e Guedes se encontram ainda hoje para discutir reforma tributária

Presidente Jair Bolsonaro entreg mensagem presidencial ao presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, ao lado do  presidente da Camara, Arthur Lira, durante sessão de abertura do ano legislativo                              - Fabio Rodrigues PozzebomAgência Brasil
Presidente Jair Bolsonaro entreg mensagem presidencial ao presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, ao lado do presidente da Camara, Arthur Lira, durante sessão de abertura do ano legislativo Imagem: Fabio Rodrigues PozzebomAgência Brasil

Natália Lázaro

Colaboração para o UOL, em Brasília

04/02/2021 16h43

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se encontra hoje com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para deliberar propostas sobre a reforma tributária no Brasil.

Antes da primeira sessão no plenário da Casa, ele avisou que ligou ao chefe da pasta de manhã. Também disse que teve uma conversa "muito boa" com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sobre o assunto, mas que aguarda a reunião com Guedes para bater o martelo.

"Agora à tarde, as nossas assessorias estão tentando um horário depois da nossa sessão do Senado para que haja um encontro com Paulo Guedes para tratarmos dessas questões reforma tributária e assistência social", contou.

Ele adiantou que o trio vai se pautar pelas limitações e ideias já propostas pelas Casas e o Executivo.

"Na verdade sabe-se das opções que existem no projeto da Câmara, do Senado e do governo. O que precisa agora é que haja o alinhamento das duas Casas, que se ouça também o governo federal e a equipe econômica para tentar convergência na reforma tributária", completou.

Ainda sobre o tema, disse que, como presidente do Senado, cabe a ele definir uma pauta de programação, deixando o mérito aos parlamentares e governo federal. Na ocasião, ele também adiantou que vai instaurar a CMO (Comissão Mista de Orçamento) no Senado na terça-feira.

"Vamos fazer os alinhamentos com os líderes partidários e fazer na terça-feira porque é muito importante. É bom separar os ânimos, né. Bom fazer uma comissão para o ano de 2021, com tempo mais curto de duração e logo em sequência entrar no ano de 2022", explicou.

A respeito do auxílio emergencial, Pacheco disse que ainda vai consultar a pasta da economia para deliberar sobre o assunto.

"Esse colchão social deve ser feito com responsabilidade fiscal e fundamentos econômicos. Eu acredito que todos no Brasil estão convencidos que é preciso assistir a essas em situação de vulnerabilidade social. Agora, a forma de fazer, as condições econômicas do país são uma discussão mais técnica e profunda", finalizou.