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EUA endurecem análise de aquisições feitas por estrangeiros, em revés para a China

(Reuters) - Um painel confidencial do governo dos Estados Unidos contestou ao menos nove aquisições de empresas norte-americanas por compradores estrangeiros em 2017, disseram fontes familiarizadas como o assunto, um número e que é um mal presságio para a China.

O movimento indica que o Comitê de Investimentos Estrangeiros nos EUA (CFIUS, na sigla em inglês), que analisa potenciais riscos à segurança nacional em aquisições de entidade estrangeiras, está se tornando mais avesso a riscos sob a administração do presidente Donald Trump.

Investidores e empresas chinesas que visavam os ativos norte-americanos poderiam enfrentar mais obstáculos, uma vez que o governo da China também está restringindo o fluxo de capital saindo do país, após uma bonança de negócios no exterior.

A posição mais conservadora do CFIUS em relação aos acordos coincide com as crescentes tensões políticas e econômicas entre os norte-americanos e chineses. Na quarta-feira, os dois países não chegaram a um consenso sobre novas medidas para reduzir a déficit comercial dos EUA com a China.

Desde o começo do ano, o CFIUS notificou empresas envolvidas em pelo menos nove acordos de que seriam impedidas de continuar os negócios com base nas medidas que propuseram para enfrentar possíveis riscos à segurança nacional, disseram as fontes.

Muitos desses acordos são do setor de tecnologia, disseram as fontes. O aumento das ameaças à segurança cibernética e o rápido avanço das tecnologias dificulta estabelecer se um negócio no setor representa riscos, disseram os advogados que representam empresas no CFIUS.

(Por Greg Roumeliotis e Diane Bartz)

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