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Premiê da Índia vê margem para reformas no setor de energia após encontro com petroleiras

NOVA DÉLHI (Reuters) - O primeiro-ministro da Índia vê margem para maiores reformas no setor de energia do país e recebeu "sugestões focadas" de algumas das maiores companhias energéticas do mundo, disse o gabinete do premiê nesta segunda-feira.

Sob o governo de Narendra Modi, o terceiro maior consumidor de petróleo do mundo está tentando usar seu tamanho de mercado para conseguir melhores acordos com exportadores de petróleo e atrair investimentos para as indústrias de refino e exploração locais.

Executivos de companhias incluindo a Rosneft, BP, Exxon Mobil, Reliance Industries, Saudi Aramco, Royal Dutch Shell, Vedanta, Schlumberger e Halliburton encontraram-se com Modi durante uma reunião da indústria em Nova Délhi para os três dias do India Energy Forum, que acaba na terça-feira.

"Participantes apreciaram o ritmo e esforço que o primeiro-ministro Modi trouxe sobre uma reforma no setor de energia", disse o gabinete de Modi em uma declaração após a reunião.

"Assuntos como a necessidade de uma política energética unificada, estruturas e arranjos de contratos, requisitos de conjuntos de dados sísmicos, incentivo para biocombustíveis, melhoria do fornecimento de gás, criação de um centro de gás e questões regulatórias vieram à tona para discussão".

A declaração informou que muitas sugestões feitas na última reunião, em 2016, ajudaram a orientar a formulação de políticas indianas e que Modi disse que apreciou as "sugestões focadas" feitas este ano e que "a margem de reformas em muitas áreas ainda existe".

(Por Nidhi Verma, Neha Dasgupta e Promit Mukherjee)

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