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Principais montadoras pedem que administração Trump não saia do Nafta

Por David Shepardson

DETROIT (Reuters) - Montadoras globais pediram nesta segunda-feira a administração Trump não encerre o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês) e expressou esperança de que Estados Unidos, Canadá e México possam concluir com sucesso um pacto comercial modernizado e melhorado.

O presidente-executivo da Fiat Chrysler, Sergio Marchionne, que anunciou na semana passada que planeja mudar a produção de caminhões pesados ​​do México para Michigan até 2020, disse que esperava que o governo Trump "atinja" algumas das suas demandas de conversa comercial.

Trump ameaçou sair do Nafta, que é fortemente usado pelas montadoras que possuem cadeias de produção e fornecimento distribuídas pelos três países.

Marchionne disse que a mudança da linha de produção de caminhão da Fiat Chysler em parte "demanda um longo caminho, eu penso em abordar algumas preocupações do presidente Trump sobre a capacidade de deslocamento de produção fora dos EUA".

A decisão pode reduzir o risco de que caminhões sejam atingidos com imposto de 25 por cento se o Nafta for desfeito.

O presidente-executivo da Ford, Jim Hackett, disse que o Nafta precisa ser "modernizado", acrescentando que a Ford possui a maior porcentagem de veículos montados nos EUA.

Ao contrário da General Motors e da Fiat Chysler, a Ford não monta caminhões no México.

A presidente-executiva da GM, Mary Barra, expressou otimismo de que o Nafta sobreviverá com melhorias. Outros executivos da montadora estavam de acordo com os planos da empresa para continuar a construir caminhões no México.

(Por David Shepardson)

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