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Wall Street recua com setor de saúde, mas tem ganho mensal

Por Sruthi Shankar

(Reuters) - Wall Street fechou em queda nesta segunda-feira, com as ações de saúde caindo e investidores preocupados com o aumento dos custos das empresas, à medida que os preços do petróleo subiram, embora os principais índices tenham fechado abril no azul para quebrar a série de perdas nos últimos dois meses.

O índice Dow Jones caiu 0,61 por cento, a 24.163 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,82 por cento, a 2.648 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,75 por cento, a 7.066 pontos.

No mês, o S&P 500 subiu 0,27 por cento, o Dow Jones somou 0,25 por cento e o Nasdaq subiu 0,04 por cento.

O setor de saúde, que caiu 1,56 por cento no dia, pesou muito sobre o S&P 500, com as ações da Allergan e da Celgene liderando a queda do setor.

Alguns investidores sugeriram que, no geral, a forte temporada de lucros não foi suficiente para que as ações dos Estados Unidos saíssem de sua recente faixa de negociação.

"Os ganhos estão precificados", disse o diretor da Per Stirling Capital Management, Robert Phipps. "Não há muita razão para comprar. Estamos presos na lama agora."

Os preços do petróleo se recuperaram depois que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que o Irã mentiu sobre não buscar armas nucleares depois de assinar um acordo de 2015 com as potências mundiais.

Mesmo que os resultados trimestrais das empresas tenham mostrado força, havia preocupações de que o aumento dos preços das commodities possa reduzir as margens de lucro no futuro.

A possibilidade de que as isenções temporárias sobre as tarifas de aço e alumínio possam expirar para vários aliados dos EUA também pesou sobre as ações de Wall Street. Sem renovação do presidente dos EUA, Donald Trump, as isenções expirarão na terça-feira.

As ações do McDonald's subiram 5,8 por cento depois que a maior rede de fast-food do mundo informou aumento maior do que o esperado nas vendas de seus restaurantes.

As ações da Allergan caíram 5,2 por cento depois que o presidente-executivo da empresa disse que se opunha a mudanças fundamentais na estratégia de negócios da empresa farmacêutica.

O volume de negociações nas bolsas dos EUA foi de 6,81 bilhões de ações, em comparação com a média de 6,57 bilhões nos últimos 20 dias de negociação.

(Por April Joyner)

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