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China usará corte de compulsório e outros recursos para ajudar pequenas empresas, diz gabinete segundo rádio

20/06/2018 08h18

PEQUIM (Reuters) - A China usará cortes específicos nas taxas de compulsório dos bancos e outras ferramentas de política monetária para aumentar a oferta de crédito a pequenas empresas e manter o crescimento econômico, afirmou a rádio estatal nesta quarta-feira citando uma reunião do gabinete.

Temores de uma guerra comercial em larga escala com Washington aumentaram as preocupações sobre as perspectivas para a segunda maior economia do mundo, após dados de crescimento mais fracos do que o esperado para maio.

"Usaremos cortes específicos do compulsório e outras ferramentas de política monetária para aumentar a capacidade de fornecer crédito a pequenas e microempresas", disse o gabinete segundo a rádio estatal;.

O gabinete prometeu medidas, como aumentar as cotas de redesconto, canalizar mais empréstimos para pequenas empresas e reduzir seus custos de financiamento, acrescentou.

De 1º de setembro até o final de 2020, a receita de juros com crédito de até 5 milhões de iuanes (772.546,78 dólares) para pequenas empresas e famílias elegíveis estará isenta do imposto sobre valor agregado, disse.

Empréstimos para pequenas empresas com uma linha de crédito de 5 milhões de iuanes ou menos serão incluídos em garantias para o instrumento de empréstimo de médio prazo do banco central, completou.

A China vai persistir em sua política monetária prudente e neutra para manter a liquidez razoavelmente estável, de modo a manter o crescimento econômico em uma faixa razoável, acrescentou.

A China reforçará a coordenação de política monetária para aumentar a confiança do mercado, disse a rádio estatal, após recuo do mercado acionário na terça-feira.

Em um documento divulgado na terça-feira, o banco central chinês afirmou que a China deveria reduzir taxa de compulsório para ajudar a aliviar a carga sobre os bancos, alimentando as expectativas de uma ação iminente de política monetária no momento em que o presidente do banco central pediu aos investidores que mantenham a calma.

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