Esperanças sobre negociação comercial EUA-China elevam dólar; libra cai
Por Richard Leong
NOVA YORK (Reuters) - O dólar atingiu o pico de um mês contra uma cesta de moedas nesta terça-feira, depois de China e Estados Unidos discutirem planos para negociações com o intuito de evitar a intensificação da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.
A libra caiu a mínimas em 20 meses com a notícia de que colegas da primeira-ministra britânica, Theresa May, acreditam ter números suficientes para iniciar um voto de não-confiança sobre sua liderança, disparando ansiedade sobre uma saída caótica do Reino Unido da União Europeia.
"As perspectivas para os EUA e a China melhoraram. Isso é um alívio para o dólar", disse Peter Ng, operador senior de moeda estrangeira no Silicon Valley Bank.
Autoridades da Casa Branca e o ministério do Comércio da China disseram que o vice-premiê Liu He, o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, e o representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, falaram por telefone nesta terça-feira, mas não deram detalhes do que foi discutido.
A teleconferência foi vista como um passo para reduzir as tensões comerciais entre Pequim e Washington, aliviando preocupações sobre a guerra comercial aberta entre os dois países que prejudicaria o crescimento econômico global, disseram analistas.
O índice que monitora o dólar contra uma cesta das seis principais moedas subia 0,18 por cento a 97.396. Mais cedo nesta terça-feira, chegou a tocar 97.545, que seria o nível mais alto desde 28 de novembro.
ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}
Ocorreu um erro ao carregar os comentários.
Por favor, tente novamente mais tarde.
{{comments.total}} Comentário
{{comments.total}} Comentários
Seja o primeiro a comentar
Essa discussão está encerrada
Não é possivel enviar novos comentários.
Essa área é exclusiva para você, assinante, ler e comentar.
Só assinantes do UOL podem comentar
Ainda não é assinante? Assine já.
Se você já é assinante do UOL, faça seu login.
O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Reserve um tempo para ler as Regras de Uso para comentários.