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Ibovespa tem leve recuperação; China segue no foco


O Ibovespa inicia o pregão em leve recuperação, após o tombo de 2,79% ontem. O índice da Bolsa paulista subia 0,45% às 10h39, para 42.331 pontos. Ajuda no tom positivo mais uma notícia vinda da China. Depois da venda generalizada de ações no país ontem, na esteira de dados pessimistas da indústria, o banco central chinês injetou US$ 19,9 bilhões de fundos de curto prazo no sistema financeiro chinês, com o intuito de ajudar a tranquilizar os investidores. A liquidez será oferecida ao sistema financeiro por meio de compras com acordos de revenda de sete dias a uma taxa de juro de 2,25%.

Mas as dúvidas sobre o país permanecem. O mercado fica de olho na forma com que os reguladores dos mercados de capitais da China vão lidar com a suspensão, que termina nesta sexta-feira, da proibição que havia sido imposta às vendas a descoberto. Analistas estimam que o fim da proibição deixará os acionistas livres para vender até 1 trilhão de yuans em papéis.

As ações de siderurgia e mineração registravam queda. Gerdau Metalúrgica recuava 2,5%, a maior queda, seguida por Usiminas PNA, com declínio de 1,37%. Vale PNA tinha leve alta, de 0,20%.

Segundo operadores, as ações reagem a notícia divulgada pelo Valor de que o relatório do grupo de trabalho formado por técnicos da Casa Civil e dos ministérios da Fazenda e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) se posiciona de forma contrária ao aumento da alíquota do Imposto de Importação (II) do aço. A posição é contrária à solicitada pelo Instituto Aço Brasil, que representa o setor e aponta um excesso de produção mundial que pode inundar o Brasil e, assim, prejudicar o mercado das siderúrgicas nacionais.

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