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Ibovespa opera perto da estabilidade; investidor segue cena política

O Ibovespa tem um dia calmo, oscilando entre a estabilidade e leve alta. No início desta tarde, o índice da Bolsa paulista subia apenas 0,03%, para 60.336 pontos.

Hoje, a alta das commodities nos mercados internacionais, como petróleo e minério de ferro, ajuda o mercado local.

Mas a cena política segue pressionando. Ontem, houve protestos contra o Congresso Nacional. O nome do presidente Michel Temer foi menos citado nas manifestações. Mas o alvo nos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pode manter um clima de instabilidade.

Hoje, Temer apresenta a reforma da Previdência aos movimentos sindicais e a líderes da base aliada. O pacote segue nos próximos dias ao Congresso.

Os mercados também devem monitorar o noticiário em torno do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que na semana passada foi o centro de notícias sobre aumento de críticas à sua gestão. O Valor informa que Temer reforçará a posição de Meirelles em todos os momentos oportunos.

Entre os papéis em alta, apareciam Braskem (6%), Smiles (5,28%), Usiminas (3,78%), CCR (3,37%), e Gerdau Metalúrgica PN (3,99%).

Braskem se recupera pelo segundo pregão seguido após a companhia afirmar que está em negociações avançadas para celebrar acordo de leniência no Brasil e nos Estados Unidos. Na sexta-feira, os papéis chegaram a subir mais de 10%.

Em baixa, estavam Localiza ON (-2,32%), Vivo PN (-0,57%) e Santander Unit (-1,81%).

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