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Ibovespa acumula alta de 2,3% na semana e supera 66 mil pontos

O Ibovespa registrou movimentos de lateralidade no pregão desta sexta-feira, que foi marcado por notícias corporativas. O índice fechou com leve baixa de 0,24% aos 66.034 pontos, com giro financeiro de R$ 5 bilhões. "O Ibovespa está muito esticado e pode dar espaço à realização de lucros. Mas o fluxo de recursos estrangeiros pode impedir a queda das cotações", disse um operador. Até o dia 24 de janeiro, o investidor estrangeiro já colocou R$ 4,8 bilhões na bolsa de valores. Nesta semana, o Ibovespa acumula alta de 2,34% e de 9,64% no mês.

Entre as ações mais negociadas no Ibovespa, apenas 12 fecharam em alta e os destaques de valorização ficaram com os papéis PNA da Usiminas, com alta de 2,98%, seguidas por Gerdau Metalúrgica, com alta de 2,68% e Cielo com valorização de 2,49%.

As ações do sistema financeiro, que fecharam em forte alta ontem, devolveram parte dos ganhos. Os papéis do Banco do Brasil recuaram 1,91%, as ações ordinárias do Bradesco tiveram baixa de 0,55%, os papéis preferenciais do banco registraram leve alta de 0,30%. As ações do Itaú Unibanco recuaram 0,52% e as unit do Santander tiveram baixa de 0,91%.

As ações da Petrobras fecharam em baixa, acompanhando a queda no preço do petróleo no mercado internacional. Os contratos de petróleo WTI, com vencimento em março, caíram 1,1% a US$ 53,17 o barril. As ações preferenciais da Petrobras caíram 1,14% e os papéis ordinários tiveram baixa de 1,78%. Ontem, a empresa informou que reduziu os preços do diesel em 5,1% e os de gasolina em 1,4%, na média, nas refinarias. A estatal atribuiu o novo reajuste ao efeito da valorização do real desde a última revisão de preços e aos ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno.

As ações da Vale fecharam em alta com os papéis PNA subindo 0,69% e as ações ordinárias em alta de 0,30%. A ação operou sem a referência do preço do minério de ferro no mercado internacional. Hoje, começou o feriado do Ano Novo Lunar, na China, que se estende até 2 de fevereiro, mantendo os mercados fechado por lá.

A maior queda do dia na bolsa de valores ficou com os papéis da Suzano, Papel e Celulose, que caíram 3,89%. A receita da empresa, que é exportadora, sofre com a queda do dólar. A cotação da moeda recuou 0,90% para R$ 3,1512, a menor cotação em três meses. As ações da Fibria recuaram 2,72% e os papéis do Pão de Açúcar que tiveram baixa de 2,26%.

As ações da CCR recuaram 2,02% depois que a empresa confirmou que vai se capitalizar por meio de uma oferta de ações com o objetivo de financiar uma nova rodada de investimentos.

Fora do Ibovespa, os papéis preferenciais da Oi subiram 18,18% e as ações ordinárias tiveram alta de 10,45%. O fundo de investimentos americano Elliot fez uma nova proposta aos assessores financeiros da empresa, que prevê a injeção de R$ 9,2 bilhões no negócio.

As ações PNB do Banrisul subiram 6,59% com a possibilidade de que a instituição financeira possa ser privatizada como contrapartida de uma ajuda do governo federal ao Rio Grande do Sul.

As ações do Magazine Luiza recuaram 2,53% com a notícia de que a 3ª Turma da Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) manteve uma autuação fiscal milionária aplicada à empresa pelo recolhimento a menor de PIS e Cofins, entre 2006 e 2009.

As ações unit do BTG Pactual fecharam em baixa de 2,06%. O banco informou que estuda a possibilidade de separar as ações do banco e as da BTG Pactual Participations, hoje negociadas em conjunto.

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