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Dólar vai a máxima em duas semanas com ação do BC e exterior

O dólar teve firme alta ante o real nesta quinta-feira, com a moeda brasileira amargando o segundo pior desempenho entre as principais divisas. Além da fraqueza do câmbio emergente no exterior, os negócios aqui sofreram pressão adicional do vencimento de mais de US$ 4 bilhões em swaps cambiais que o Banco Central liquidará na próxima segunda-feira. O mercado mostrou volatilidade também pelo acirramento da disputa pela Ptax de fim de mês, que será definida amanhã.


O real piorou o sinal na parte da tarde, conforme os juros dos Treasuries aceleraram as altas. O aumento dos "yields" exerce pressão de alta sobre o juro real americano, o que deixa o dólar mais atrativo.


Isso se refletiu em outras divisas emergentes. O rand sul-africano, que chegou a subir mais de 1%, caía cerca de 1,6% no fim da tarde.


No fechamento no Brasil, o dólar comercial ganhou 0,88%, a R$ 3,1436. É a mais intensa valorização desde a quinta-feira passada (1,34%). O patamar de encerramento é o mais alto desde 14 de março (R$ 3,1716).


No mercado futuro, o dólar para abril tinha alta de 0,78%, a R$ 3,1475.

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