Juros futuros operam em baixa de olho na política e debate sobre Selic

Os juros futuros operam em baixa nesta segunda-feira. O movimento é pouco mais claro nos contratos mais longos, que costumam a responder ao cenário de risco estrutural. Os agentes financeiros trabalham hoje com a confirmação de um resultado favorável ao governo de Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na última sexta-feira, os ministros da corte decidiram, por 4 votos a 3, pela absolvição da chapa Dilma-Temer de 2014, mantendo assim o atual mandato do pemedebista.


Às 10h35, o DI janeiro/2021 marca 10,280%, ante 10,300% no ajuste anterior. Entre vencimentos mais longos, o DI janeiro/2023 cedia a 10,770%, ante 10,810%, e o DI janeiro/2025 recuava a 10,980%, ante 11,030%.


Na ponta mais curta, discute-se ainda o efeito do ambiente econômico para a redução da taxa básica de juros. Os agentes financeiros calibram suas apostas para o próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) em meio a sinais de inflação baixa e atividade econômica fraca, enquanto o câmbio segue comportado.


Hoje, o Boletim Focus reiterou esse cenário. A inflação pelo IPCA esperada para 2017 saiu de 3,90% para 3,71%, e para o ano seguinte saiu de 4,40% para 4,37%. Os números de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) também foram ajustados para baixo. Nesta semana, os números de vendas do varejo, do setor de serviços e do IBC-Br podem trazer novos elementos para o debate, do ponto de vista da atividade.


O DI janeiro/2018 declinava a 9,140%, ante 9,165% no ajuste anterior, e o DI janeiro/2019 recuava a 9,170%, ante 9,210%.

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