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Projetos com afetação devem ser incluídos em recuperação da PDG Realty

A PwC, administradora judicial da PDG Realty - incorporadora em recuperação judicial - avalia que os empreendimentos com patrimônio de afetação devem ser incluídos na reestruturação em curso. A ressalva feita pela administradora é que haja critérios de controle, como vedar o uso de ativos de um empreendimento com patrimônio afetado em outro projeto com afetação.


Na prática, a administradora judicial defende a garantia à segregação de ativos e passivos dos empreendimentos com patrimônio de afetação.


No início de junho, a PDG apresentou 38 planos de recuperação, com débitos totais de R$ 7,3 bilhões, dos quais R$ 5,75 bilhões são sujeitos à recuperação.


O plano principal inclui a controladora e a maior parte das 512 SPEs da companhia. Cada um dos 37 planos individuais se refere a um empreendimento com patrimônio de afetação.


Segundo a administradora judicial, até outubro de 2015, havia saída de recursos de projetos com afetação para outras empresas do grupo PDG em volume muito superior ao que ocorreu após aquela data. Os critérios adotados pela companhia, de acordo com a PwC, possibilitaram avanços, mas não garantia de incomunicabilidade.






A incorporadora e parte de seus principais credores - Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Itaú Unibanco ? solicitaram ainda mais prazo ao juiz que cuida da recuperação judicial da empresa, João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1ª Vara de Falência de São Paulo, para que possam negociar os termos da reestruturação. A companhia e os bancos pleiteiam que o prazo seja estendido até 4 de agosto.










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