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Juros futuros registram queda moderada nesta terça-feira

O mercado de renda fixa mostrou pouca animação com as notícias sobre a ideia do governo de privatizar a Eletrobras. As taxas de forma geral tiveram quedas moderadas, com alguns dos trechos mais longos ficando muito próximos dos ajustes de segunda-feira.


A diferença entre os DIs janeiro/2023 e janeiro/2019 chegou a cair mais cedo, mas não sustentou o movimento e, às 16h, estava nos mesmos 204 pontos-base de ontem, máxima em três anos e meio.


Analistas reconhecem que a possibilidade de privatização da Eletrobras vai ao encontro de uma condução de política econômica pautada por uma agenda pró-mercado. No entanto, dizem que a medida se inseriria entre as micro. E, para o mercado embarcar em uma nova e clara rota de melhora, é necessário algum avanço material na agenda macro, com foco na reforma da Previdência.


"A posição técnica no mercado também não estimula muito mais aplicação", diz o profissional da área de multimercados de uma gestora, referindo-se ao aumento de posições vendidas em juros de curto prazo com a perspectiva de corte da Selic.


Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2018 caía a 8,025% (8,035% no ajuste anterior). O DI janeiro/2019 cedia a 8,050% (8,070% no último ajuste).


O DI janeiro/2021 recuava a 9,500% (9,520% no ajuste de ontem). O DI janeiro/2023 tinha taxa de 10,090% (10,100% no ajuste anterior).

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