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Juros futuros voltam a cair, à espera de dados de inflação

Os juros futuros retomaram um sinal de queda mais firme nesta sexta-feira. Sem grande pressão contrária vinda do exterior, as taxas tiveram espaço para diminuir parte do prêmio embutido.


Os sinais de recuperação da atividade e a inflação em baixa também contribuem para aliviar a pressão nos ativos. Hoje, os dados sobre mercado de trabalho mostraram uma recuperação um pouco mais forte do que o esperado. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego ficou em 12,6% no trimestre encerrado em agosto, ante expectativas de 12,7%.


A conjuntura econômica também dá mais confiança para os investidores apostarem na queda da Selic, a níveis até inferiores a 7%. Na semana que vem, serão conhecidos os números de Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Lá fora, o destaque é o relatório de empregos dos Estados Unidos, um dos principais balizadores da política monetária do Federal Reserve.


No fim da sessão regular, às 16h, o DI janeiro/2018 marcava 7,510% (7,525% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2019 cedia a 7,260% (7,290% no ajuste anterior).


O DI janeiro/2021 recuava a 8,770% (8,830% no ajuste anterior) enquanto o dólar comercial baixava 0,52%, a R$ 3,1657.


Entre vértices mais longos, o DI janeiro/2023 registrava 9,460% (9,520% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 caía a 9,820% (9,880% no ajuste anterior).

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