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Maia: Quem deve tratar de mudanças nos ministérios é o presidente

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), evitou fazer comentários sobre a reforma ministerial, disse que as mudanças cabem ao presidente Michel Temer e destacou que espera que as movimentações não interfiram na tramitação da reforma da Previdência na Casa.


"Nosso papel é continuar com nossa agenda. Quem deve tratar de mudanças nos ministérios é o presidente, que tem toda experiência para cuidar disso. Não sou articulador do governo, sou presidente da Câmara. Acho importante que todos os atores lembrem da importância de se aprovar a reforma", disse Maia, afirmando que o novo texto do relator da reforma , deputado Arthur Maia (PPS-BA), está "melhor explicado" (sic) e que deixa claro que vai retirar privilégios dos que ganham mais.


O deputado do DEM afirmou que continuará defendendo a agenda econômica e que a Câmara tem parcela de participação na melhoria da economia. No final da entrevista, Maia voltou a afirmar que não é atribuição sua dar palpites nas escolhas de Temer na composição da Esplanada. "Eu não estou aqui nem para escolher, nem para vetar nomes para os ministérios. Quando o governo escolhe um nome, se me consultar, eu dou minha opinião. Eu não vou participar dessa decisão em relação à Secretaria de Governo, porque esse atrito precisa ser resolvido pelo presidente."


Questionado se o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), que seria o mais cotado para assumir a pasta comandada por Antônio Imbassahy, poderia ser uma boa escolha, Maia disse que "qualquer nome que o presidente indicar está escolhido" e que Temer "é o presidente e é ele quem nomeia".

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