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Acusada de pagar propina à Petrobras, Sanko é declarada inidônea

20/03/2018 14h58

A empresa Sanko Sider, distribuidora de produtos siderúrgicos envolvida na Operação Lava-Jato da Polícia Federal, foi declarada inidônea nesta terça-feira (20) pela Controladoria-Geral da União (CGU).

Com a punição, a empresa fica ao menos dois anos impedida de participar de licitações públicas nas esferas federal, estadual e municipal.

A condenação veio exatamente três anos após a instauração do processo administrativo contra a empresa. A Sanko Sider foi acusada de pagar propina a agentes públicos em troca de contratos com a Petrobras.

Das 29 empresas processadas pela CGU no âmbito da Lava-Jato, oito já foram declaradas inidôneas. Além da Sanko Sider, foram punidas Mendes Júnior, Skanska, Iesa Óleo e Gás, Jaraguá Equipamentos, GDK, Alumni Engenharia e Tomé Engenharia.

As demais continuam sendo processadas ou estão em negociação de acordos de leniência. A construtora UTC já assinou acordo com a CGU, pelo qual se comprometeu a devolver R$ 574 milhões aos cofres públicos em um período de 22 anos.

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