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Indústria gaúcha tem R$ 1,6 bi em perdas com greve dos caminhoneiros

A indústria de transformação gaúcha registra perdas de R$ 1,6 bilhão com a paralisação dos caminhoneiros, estima a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs).

"Todos os ramos da indústria foram atingidos, alguns com perdas mais profundas do que outros, mas convém destacar que nesse levantamento não está incluído o custo que muitas indústrias terão para a retomada das suas atividades, tais como aquecimento de caldeiras e fornos, limpeza e manutenção de máquinas que não poderiam parar", destacou Gilberto Porcello Petry, presidente da Fiergs, em nota.

Os segmentos de bens perecíveis (alimentos, bebidas, laticínios) são os que sofreram os impactos financeiros mais profundos, informa a entidade. Para esses, a paralisação não representa apenas a interrupção da produção, mas a perda de grande parte dos insumos e bens produzidos ao longo das últimas semanas. Já os segmentos de abate de aves, suínos e bovinos não conseguiram escoar a produção.

Nas fábricas de veículos automotores e de máquinas e equipamentos, a parada decorre da falta de matéria-prima e componentes. Também foi afetada a indústria química e de refino, com dificuldades tanto no abastecimento de insumos quanto para escoar a produção.

Ainda conforme a federação gaúcha, outro agravante para as indústrias exportadoras é que as perdas não significam apenas redução de faturamento por não embarcar os seus produtos, mas também multas pelo atraso na entrega.

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