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Banco dinamarquês muda salários com base em diversidade, retorno

Frances Schwartzkopff

(Bloomberg) -- O conselho do Danske Bank avalia mudanças nas regras salariais do maior banco da Dinamarca para que fatores como retornos relativos e diversidade sejam levados em conta.

O banco com sede em Copenhague anunciou nesta terça-feira que a proposta compõe uma lista de itens que serão discutidos na assembleia geral anual do mês que vem.

Entre as propostas está a adição de indicadores de desempenho relativos e absolutos, além da fixação de limites de indenização por demissão a dois anos.

A remuneração também será usada como ferramenta para promover uma "cultura de compliance", informou o Danske. E o conselho quer analisar a introdução de disposições para incentivar a diversidade, segundo o documento.

Os possíveis ajustes, que surgem após mudanças nas diretrizes da União Europeia e da Dinamarca sobre governança corporativa, ocorrem em meio ao foco maior dos investidores em questões como corrupção e sustentabilidade.

O CEO da BlackRock, Larry Fink, escreveu em janeiro que quer "um novo modelo de engajamento dos acionistas" para garantir que as empresas atuem de acordo com as necessidades da sociedade.

Mais recentemente, o fundo soberano de investimentos norueguês afirmou que a incapacidade corporativa de corresponder a modelos de governança melhores "pode influenciar nossas decisões de investimento".

O conselho do Danske colocará as medidas para votação em 15 de março na assembleia de acionistas.

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