China reconhece que surto de peste suína africana é "muito grave"
Pequim, 15 nov (EFE).- A China reconheceu que a situação de prevenção e controle do surto de peste suína africana é "muito grave", após se propagar a 17 províncias e fazer com que centenas de milhares de porcos infectados tivessem que ser sacrificados, informou nesta quinta-feira o portal de informação econômica Caixin.
"A epidemia tem se estendido a 17 províncias e chegou às vastas áreas de criação de porco na área interior da China meridional", indicou um comunicado divulgado ontem à noite na página oficial do Ministério de Agricultura e Assuntos Rurais chinês.
O documento, assinado também pelos ministérios de Transporte e Segurança Pública, explica que o resultado das investigações aponta para o transporte de animais entre províncias como causador da expansão da doença, e pede às autoridades locais que reforcem a supervisão dos envios interprovinciais de porcos para evitar que o vírus continue se propagando.
Além disso, afirma que serão estabelecidos pontos de controle para "inspecionar de maneira estrita" todos os veículos que transportem animais vivos, com o objetivo de acabar com a "distribuição ilegal".
"Os departamentos de Pecuária e Veterinária devem reforçar a investigação e os castigos sobre atos ilegais como o transporte de porcos sem certificado de quarentena (...) e romper decididamente a rede do tráfico ilegal", acrescentaram os ministérios.
A peste suína africana, de alta mortalidade entre porcos e javalis - a taxa pode alcançar 100%, segundo a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) -, mas inofensiva para humanos e outros animais, é uma doença hemorrágica altamente contagiosa que pode causar a morte entre dois e dez dias após ter sido contraída.
O porco é uma das principais fontes de alimentação da China, que se situa como principal produtor e consumidor mundial da carne deste animal.
"A epidemia tem se estendido a 17 províncias e chegou às vastas áreas de criação de porco na área interior da China meridional", indicou um comunicado divulgado ontem à noite na página oficial do Ministério de Agricultura e Assuntos Rurais chinês.
O documento, assinado também pelos ministérios de Transporte e Segurança Pública, explica que o resultado das investigações aponta para o transporte de animais entre províncias como causador da expansão da doença, e pede às autoridades locais que reforcem a supervisão dos envios interprovinciais de porcos para evitar que o vírus continue se propagando.
Além disso, afirma que serão estabelecidos pontos de controle para "inspecionar de maneira estrita" todos os veículos que transportem animais vivos, com o objetivo de acabar com a "distribuição ilegal".
"Os departamentos de Pecuária e Veterinária devem reforçar a investigação e os castigos sobre atos ilegais como o transporte de porcos sem certificado de quarentena (...) e romper decididamente a rede do tráfico ilegal", acrescentaram os ministérios.
A peste suína africana, de alta mortalidade entre porcos e javalis - a taxa pode alcançar 100%, segundo a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) -, mas inofensiva para humanos e outros animais, é uma doença hemorrágica altamente contagiosa que pode causar a morte entre dois e dez dias após ter sido contraída.
O porco é uma das principais fontes de alimentação da China, que se situa como principal produtor e consumidor mundial da carne deste animal.
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