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Pela 2ª vez, Bélgica recebe lote de máscaras da China com problemas

23/04/2020 17h17

Bruxelas, 23 abr (EFE).- O governo da Bélgica, pela segunda vez, recebeu lote de máscaras de um fornecedor chinês, que não passaram nos testes de qualidade realizados no país, segundo informou nesta quinta-feira a agência de notícias "Belga".

De acordo com as autoridades locais, o pedido de equipamentos de proteção tipo KN95, equivalentes às FFP2, foi feito através da agência encarregada por suprimentos na região da Valônia, que já havia recebido centenas de milhares de máscaras do mesmo fornecedor.

Segundo as informações veiculadas pela "Belga", o órgão responsável pela compra pediu que os aparatos comprados nesse novo loto não fossem utilizados, após que fosse realizada uma contra prova, que deve ter resultado neste fim de semana.

No início do mês, a Bélgica já havia descartado outro lote com 3 milhões de máscaras FFP2, que não cumpriam os requisitos de qualidade, o que se soma a um terceiro lote que teve a compra anulada por desacordo com o importador, e outro, de 100 mil equipamentos, que vieram da Colômbia com defeito.

O governo da Bélgica e as autoridades locais da Valônia solicitaram que as empresas do país comecem a fabricar suficiente número de máscaras para abastecer toda a população. A expectativa é que fiquem disponíveis a partir de junho.

Uma companhia da Valônia já está viabilizando a produção de 75 milhões de máscaras cirúrgicas, enquanto outras duas de Flandres entregarão 190 unidades do mesmo material e outras 10 milhões de FFP2.