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Produção de cloro e soda recua 2,1% no 1º trimestre, diz Abiclor

Fátima Laranjeira

São Paulo

A produção brasileira acumulada de cloro e soda no primeiro trimestre do ano apresentou uma queda de 2,1% ante igual período do ano passado. Foram produzidas 299 mil toneladas de cloro e 329,2 mil toneladas de soda cáustica, segundo informou nesta terça-feira, 16, a Associação Brasileira das Indústrias de Cloro, Álcalis e Derivados (Abiclor).

De acordo com a entidade, a taxa de utilização da capacidade instalada de janeiro a março foi de 79,3%, 1,2% abaixo da anotada no mesmo intervalo de 2016.

As vendas internas de soda cáustica mostraram leve recuperação, com variação positiva de 0,4% no período, em relação ao primeiro trimestre de 2016. As vendas totais do produto cresceram 3,7%, impulsionadas pelas exportações. Já no caso do cloro, as vendas totais registraram queda de 2,9%.

"Como prevíamos, o processo de recuperação da indústria será lento. O desempenho do setor de cloro e soda tem forte correlação com outras cadeias produtivas que consomem nossos produtos em seus processos produtivos e a retomada de crescimento destes setores continua vagaroso", afirmou, em nota, o presidente da Abiclor, Alexandre de Castro. Segundo ele, a expectativa é que o setor volte a reagir nos próximos meses.

O cloro e a soda são utilizados em diferentes indústrias, como metalurgia e siderurgia, papel e celulose, alumínio, têxtil, sabões e detergentes, alimentos e bebidas, tratamento de água, entre outras.

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