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'Sem aumento e atraso no salário', diz servidora do RS

Especial para o Estado Luciano Nagel e Leonardo Augusto

São Paulo

Com o cofre literalmente vazio para honrar todas as contas, o governo de José Ivo Sartori (PMDB/RS) inicia o mês de maio com a marca de 29 meses de parcelamentos e atrasos no contracheque dos servidores do Poder Executivo. Situação que os trabalhadores e aposentados do governo estadual já encaram com normalidade, como a professora Celina Stefani, de 72 anos.

"Estamos há quatro anos sem aumento, sem atualização da inflação, além de parcelamentos e atrasos", lamentou a professora que trabalhou 29 anos na área da educação estadual.

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Ela lembra que todos os governos pelo qual passou tiveram grandes conflitos na área da educação. Atualmente, Celina disse que tem tirado dinheiro da poupança para poder pagar as contas.

Aos 90 anos, viúva, sem filhos, a professora aposentada por Minas Gerais Celina Guimarães Coutinho tem recorrido a empréstimos para conseguir fechar as contas do mês. No Estado, os pagamentos aos servidores vêm sendo parcelados desde fevereiro de 2016. "Tenho os meus compromissos." Aposentada como auxiliar administrativa pelo Estado, Lucilane Alves diz que a demora no pagamento atrapalha todo mundo.

Em nota, a Secretaria de Estado da Fazenda de Minas afirmou que "a decisão de parcelar os salários está atrelada à atual crise econômica". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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