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Sindicato confirma paralisação nas três principais refinarias de SP

José Maria Tomazela

São Paulo

O Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estado de São Paulo (Sindipetro-SP) confirmou a paralisação dos funcionários em três das principais refinarias da Petrobras em São Paulo. Na Refinaria de Paulínia (Replan), em razão da greve decretada pela categoria, não houve trocas de turno às 23h30 de terça-feira e às 7h15 desta quarta. Com isso, os funcionários que entraram às 15h30 desta terça continuam trabalhando para manter a unidade em operação.

Em São José dos Campos, os petroleiros se concentraram em frente à portaria da Refinaria Henrique Lage (Revap) e, após uma assembleia, cruzaram os braços. Conforme o Sindipetro, um porcentual mínimo de funcionários continua trabalhando para manter a refinaria em operação, por razões de segurança. A Revap produz, além de gasolina e diesel, querosene de aviação.

Na Baixada Santista, a greve afeta a Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão, as plataformas da Bacia de Santos, os terminais da Alemoa e de Pilões e o prédio administrativo da Petrobras em Santos, segundo o Sindipetro.

Embora a greve dos caminhoneiros tenha perdido força, soldados do Exército e fuzileiros navais mantêm o patrulhamento na área do Porto de Santos. Ainda havia, pela manhã, pequenos grupos de caminhoneiros nos acessos. ()

MST

Em Pernambuco, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) está realizando bloqueios em algumas estradas em apoio à greve dos petroleiros. No Rio Grande do Norte, há atos pela redução do preço do gás de cozinha e combustível.

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