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Preços dos combustíveis devem se estabilizar, avalia Bolsonaro

Presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada no dia 2 de janeiro - ADRIANO MACHADO
Presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada no dia 2 de janeiro Imagem: ADRIANO MACHADO

Mateus Vargas

Brasília

06/01/2020 10h10

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (6) que os preços do combustíveis devem se estabilizar após alta causada por tensões sobre ataque dos Estados Unidos no Iraque que matou o general iraniano Qassem Suleimani.

"Reconheço que o preço está alto na bomba. Graças a Deus, pelo que parece, a questão lá dos EUA e Iraque, (...) o impacto não foi grande. Foi 5%, passou para 3,5%; não sei quanto está hoje a diferença em relação ao dia do ataque. Mas a tendência é estabilizar", disse o presidente em frente ao Palácio da Alvorada.

Bolsonaro afirmou que avalia participar de reunião na tarde desta segunda sobre a alta do combustível. "Está previsto hoje, por volta de 16h (a reunião). Se eu tiver oportunidade, vou ver com Bento (ministro de Minas e Energia), se é o caso de eu comparecer, dada a gravidade do assunto", afirmou.

Bolsonaro afirmou que tem orientado a sua equipe de governo a mostrar as razões do alto preço de combustível. Ele citou que há impacto por impostos federais, ICMS, monopólio da distribuição, além de margem de lucro. "Porque cai tudo no meu colo. Parece que sou responsável por tudo", disse.

O presidente voltou a afirmar que não tabelará preços de combustível. "Políticas semelhantes no passado não deram certo", repetiu.