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Seis empresas engrossam fila de abertura de capital na Bolsa

Fernanda Guimarães

18/08/2020 07h30Atualizada em 18/09/2020 07h44

A corrida das companhias para aproveitar a janela para abertura de capital está intensa. Nos últimos dias, seis empresas protocolaram pedido para realizar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Entre as candidatas a abrir o capital está a Lavvi, do grupo Cyrela, que pretende arrecadar mais de R$ 2,1 bilhões, caso seus papéis saiam no topo da faixa indicativa de preço. Especializada em empreendimentos de alto padrão, a companhia quer estrear na B3 em 2 de setembro.

Também entraram na fila a empresa de logística Sequoia, a Elfa Medicamentos, a EZ In (outra incorporadora), a companhia de varejo Grupo Mateus e a Alphaville, conhecida pelos condomínios de luxo.

A Sequoia planeja uma oferta primária e secundária. A operação será coordenada por BTG Pactual, Santander, Morgan Stanley e ABC Brasil. Os recursos da oferta primária, que vão irrigar o caixa da empresa, poderão ser usados para aquisições.

Já a Elfa Medicamentos também prepara uma oferta primária e secundária - a operação servirá para saída do fundo de private equity Pátria do negócio.

Já a EZ In, braço de empreendimentos comerciais da Eztec, prepara uma oferta apenas primária. O prospecto da oferta destaca que o dinheiro a ser levantado será destinado para a aquisição de novos terrenos e projetos de imóveis comerciais em São Paulo, construção de projetos em desenvolvimento e reforço de estrutura de capital.

Já o Grupo Mateus, varejista do Nordeste, fez o pedido para uma oferta primária e secundária, que está sendo estruturada pela XP, Bradesco BBI, BTG Pactual, Itaú BBA, Santander e Safra. "Somos a maior rede varejista de alimentos com capital 100% nacional e a quarta maior empresa de varejo alimentar do País", diz o prospecto do Grupo Mateus.

Já a Alphaville voltou a protocolar seu pedido de IPO para uma oferta primária e secundária. Como no caso da Elfa Medicamentos, o Pátria é acionista vendedor.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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