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TIM: Lucro líquido cresce 57,9% no 1º trimestre, somando R$ 277 milhões

Daniele Madureira

São Paulo

05/05/2021 23h35

A operadora de telecomunicações TIM registrou lucro líquido de R$ 277 milhões no primeiro trimestre deste ano, um aumento de 57,9% sobre igual período de 2020. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou R$ 2 bilhões, alta de 4,5% na comparação anual.

O resultado financeiro líquido da operadora ficou negativo em R$ 225 milhões, uma melhora em relação ao resultado financeiro negativo de R$ 251 milhões do primeiro trimestre de 2020.

A receita líquida somou R$ 4,340 bilhões, ligeira alta de 3% sobre igual período do ano anterior. De acordo com a empresa, o indicador confirma a trajetória de recuperação observada desde o terceiro trimestre de 2020. "Essa melhora foi limitada parcialmente por impactos concentrados no mês de março, devido à nova onda da pandemia de covid-19", diz a TIM.

A receita líquida de serviços avançou 3,3% na comparação anual, para R$ 4,448 bilhões. "Todos os componentes de serviços contribuíram positivamente para essa aceleração", diz a companhia. A receita de serviço móvel cresceu 2,8% para R$ 3,947 bilhões, enquanto a de serviço fixo avançou 12%, para R$ 281 milhões.

A receita média por usuário (arpu) móvel aumentou 6,6% no primeiro trimestre, para R$ 25,50. A base móvel de clientes caiu 2,1%, para 51,728 milhões, enquanto a base de clientes Live cresceu 13,3% para 662 mil. A receita da TIM Live avançou 20,4% no trimestre.

Já a receita líquida de produtos interrompeu sua trajetória de recuperação, registrando queda de 10,1% na comparação anual, para R$ 112 milhões. Segundo a TIM, foi a linha mais afetada pelo fechamento de pontos de venda e redução da circulação de pessoas, por conta da pandemia.

Os investimentos (capex) totalizaram R$ 1,3 bilhão, alta de 46,5% na comparação anual, com a retomada de projetos em 2020 e o início da preparação para recebimento dos ativos da Oi Móvel. O Opex (despesas operacionais e investimento em manutenção de equipamentos) permanece sob controle, com queda de 34,5% na provisão para devedores duvidoso (PDD) na comparação entre os primeiros trimestres de 2020 e 2021.