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Câmara seguirá aberta a diálogo e firme para aprovar tributária e Refis, diz Lira

Arthur Lira falou sobre aprovação das reformas na Câmara - Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress
Arthur Lira falou sobre aprovação das reformas na Câmara Imagem: Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress

São Paulo

22/11/2021 11h17Atualizada em 22/11/2021 12h09

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou, nesta segunda-feira, 22, que a Casa seguirá aberta para "conversar, ouvir e dialogar" com toda a sociedade, em especial àqueles setores que "acreditam e investem no Brasil". Segundo ele, há diversos desafios futuros, mas garantiu o compromisso para aprovar a reforma tributária e o Refis.

"Seguirei neste caminho daqueles que acreditam e investem no Brasil, que são fundamentais para colocar a comida de cada dia na mesa das famílias. Temos desafios futuros e seguiremos firmes para aprovar reforma tributária e o Refis", declarou, em evento realizado pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad). "Continuaremos na Câmara à disposição do setor para possíveis lutas e possíveis projetos sempre para melhoria da legislação a favor de quem produz, gera renda e emprego para o nosso País."

O parlamentar avaliou que foram aprovados cerca de 20 projetos que ele classificou como "de extrema importância" para a economia nacional.

Dentre as aprovações, Lira cita a desoneração da folha de pagamento, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, o projeto de incidência do ICMS nos combustíveis, a reforma do Imposto de Renda, o licenciamento ambiental e a autonomia do Banco Central.

Em uma análise sobre o projeto de Projeto de Lei Complementar (PLP) 5/21, que prorroga por 15 anos os incentivos fiscais concedidos pelos estados e Distrito Federal para empresas comerciais, Lira acredita que a medida irá assegurar o funcionamento de diversas empresas que geram trabalho e renda ao País.

Lira destacou também a importância do setor de atacadistas e atacarejos, que segundo ele "foi de total importância na crise sanitária", uma vez que tem sido opção cada vez mais frequente para compra mensal dos brasileiro. "Isto porque o formato dos atacadões e atacarejos tem sido de ampla resistência contra os repasses e a pressão nos preços apresentados", afirmou.

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