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Assembleia do Sindtanque-MG dá mais 15 dias para governo resolver alta do diesel

O Sindtanque-MG, juntamente com entidades representativas de outros estados, concederam 30 dias de prazo para que os governos federal e estaduais e a Petrobras apresentem propostas para a redução dos preços dos combustíveis - RONALDO DA SILVEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO
O Sindtanque-MG, juntamente com entidades representativas de outros estados, concederam 30 dias de prazo para que os governos federal e estaduais e a Petrobras apresentem propostas para a redução dos preços dos combustíveis Imagem: RONALDO DA SILVEIRA/ESTADÃO CONTEÚDO

Denise Luna

Rio

30/05/2022 14h33

A assembleia organizada pelo Sindicato dos Transportadores de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque-MG) decidiu dar mais um prazo, agora de 15 dias, para que o governo determine uma solução para o alto preço do diesel, ou "a categoria cruzará os braços em todo país". A afirmação é do presidente do Sindtanque-MG, Irani Gomes, em vídeo após a assembleia convocada em caráter de urgência na sexta-feira para a manhã desta segunda-feira, 30.

"A categoria de transportes de combustíveis e derivados de petróleo no estado de Minas Gerais e outros estados decidiram determinar um prazo de 15 dias para o governo se manifestar referente ao caos que as empresas estão vivendo por causa da alta do diesel", disse Gomes. "Se em 15 dias o governo não se manifestar, e trouxer uma solução positiva para as empresas na redução do preço do óleo diesel, as empresas decidiram cruzar os braços", complementou.

No último dia 13, o Sindtanque-MG, juntamente com entidades representativas dos transportadores de combustíveis e de derivados de petróleo de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Bahia e Espírito Santo decidiram conceder 30 dias de prazo para que os governos federal e estaduais e a Petrobras apresentem propostas para a redução dos preços dos combustíveis.

"As medidas adotadas até agora pelos governos federal e estadual e pelo Congresso Nacional não resolvem o problema, apenas tapam o sol com a peneira", afirmou o sindicalista. "O mercado brasileiro não tem capacidade de suportar a precificação baseada na cotação internacional", completou, referindo-se à política de paridade de preços de importação (PPI) praticada pela Petrobras.