IPP sobe 1,11% em outubro ante alta de 1,06% em setembro, afirma IBGE

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, registrou alta de 1,11% em outubro, informou nesta quarta-feira, 29, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de setembro foi revista de uma elevação de 1,11% para alta de 1,06%.

O IPP mede a evolução dos preços de produtos na "porta da fábrica", sem impostos e fretes, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação.

Com o resultado, o IPP de indústrias de transformação e extrativa acumulou recuo de 4,43% no ano. A taxa acumulada em 12 meses foi negativa em 6,13%.

Considerando apenas a indústria extrativa, houve alta de 5,26% em outubro, após a elevação de 3,86% em setembro. Já a indústria de transformação registrou alta de 0,90% em outubro, ante um aumento de 0,92% em setembro.

Os bens de capital ficaram 0,34% mais caros na porta de fábrica em outubro, segundo os dados do IPP divulgados pelo IBGE. O resultado ocorre após os preços terem aumentado 0,36% em setembro.

Os bens intermediários registraram alta de 1,21% nos preços em outubro, ante uma elevação de 1,74% em setembro.

Já os preços dos bens de consumo subiram 1,14% em outubro, depois de uma alta de 0,18% em setembro. Dentro dos bens de consumo, os bens duráveis tiveram elevação de 0,47% em outubro, ante alta de 0,01% no mês anterior. Os bens de consumo semiduráveis e não duráveis aumentaram 1,28% em outubro, após a elevação de 0,21% registrada em setembro.

A alta de 1,11% do IPP em outubro teve contribuição de 0,03 ponto porcentual de bens de capital; 0,68 ponto porcentual de bens intermediários; e 0,41 ponto porcentual de bens de consumo, sendo 0,03 ponto porcentual de bens de consumo duráveis e 0,38 ponto porcentual de bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

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