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Empreendedorismo: 5 dicas para fixar o pró-labore sem entrar no vermelho

Izabela Ferreira Alves

Do UOL, em São Paulo

03/04/2012 07h00Atualizada em 05/05/2020 11h03

O pró-labore, remuneração mensal do sócio ou dono da empresa, deve ser definido no plano de negócios. O valor fará parte do rol de custos da empresa e vai influenciar todos os demais cálculos, desde lucratividade e rentabilidade do negócio, até a formação de preços.

Devem ser previstos também no plano, juntamente com o fluxo de caixa, todos os aumentos ao longo dos primeiros anos. Mas é importante ter em mente que, em geral, o retorno do capital investido só costuma ocorrer depois do segundo ano de vida da empresa.

É importante os sócios fixarem o valor da remuneração em contrato, de forma a atender todas as partes. No DRE (Demonstrativo de Resultados da Empresa) --contas resumidas da organização, apuradas em um período de tempo, normalmente, de 12 meses--, os gastos com pró-labore devem ser lançados como custos ou despesas fixos.

Isso porque, independentemente do volume de vendas, o empreendedor vai receber essa retirada periódica, pois precisa dela para se manter.

Outro ponto fundamental é saber se a empresa vende o suficiente para arcar com esse gasto e se o valor estipulado não está tornando o preço de venda de produtos ou serviços pouco competitivo. Para não cair em armadilhas e permitir que a retirada abocanhe parte do capital de giro do negócio, o consultor de finanças João Paulo Cavalcante, do Sebrae, dá cinco dicas básicas.

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