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Quase metade dos brasileiros esteve com o "nome sujo" no último ano

Balcão de atendimento do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) da Boa Vista Serviços - Divulgação
Balcão de atendimento do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) da Boa Vista Serviços Imagem: Divulgação

Do UOL, em São Paulo

28/01/2020 17h42

Quase metade dos consumidores brasileiros (48%) esteve com o "nome sujo" — ou seja, negativado — ao longo dos últimos 12 meses, segundo um levantamento feito pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) em parceria com o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

De acordo com a pesquisa, divulgada na tarde de hoje, 78% dos brasileiros conseguem quitar todas as contas do mês, mas em 33% dos casos não sobra nada no orçamento para ser gasto com outras coisas — incluindo despesas emergenciais.

Ao menos 22% dos entrevistados deixam de pagar os compromissos com frequência, ainda segundo o levantamento. A negativação deixou parte dos entrevistados em alerta: 38% admitiram maior controle de gastos após ficarem com o "nome sujo".

Controle dos gastos

Quase metade dos entrevistados (48%) não controla o seu orçamento: 25% tentam lembrar das despesas pela memória, 20% não anotam os gastos e 2% repassam a função a terceiros.

A cada dez pessoas que controlam as despesas, apenas três (cerca de 33%) planejam os gastos do mês, anotando possíveis pagamentos a serem feitos.

Quem registra os pagamentos do mês acaba preferindo um caderno de anotações como recurso — o caderninho é usado por 36% dos consumidores. As planilhas feitas no computador são utilizadas por 9%, enquanto 7% preferem anotar as despesas em aplicativos de celular.

A pesquisa foi realizada com 813 consumidores das 27 capitais, sendo pessoas acima de 18 anos, todas as classes sociais e ambos os gêneros. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.

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