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FecomercioSP: varejo de SP deve perder pelo menos R$ 44 bi com isolamento

SP - COMÉRCIO / SÃO PAULO / CORONAVÍRUS / FECHADO - CIDADES - Comércio continua fechado em São Paulo devido as recomendações da Prefeitura por causa do novo Coronavírus, nesta quarta-feira (25). 25/03/2020 - Foto: PAULO GUERETA/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO - PAULO GUERETA/ESTADÃO CONTEÚDO
SP - COMÉRCIO / SÃO PAULO / CORONAVÍRUS / FECHADO - CIDADES - Comércio continua fechado em São Paulo devido as recomendações da Prefeitura por causa do novo Coronavírus, nesta quarta-feira (25). 25/03/2020 - Foto: PAULO GUERETA/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO Imagem: PAULO GUERETA/ESTADÃO CONTEÚDO

Do UOL, em São Paulo

08/05/2020 16h23

FecomercioSP emitiu nota hoje concordando com a prorrogação da quarentena em de São Paulo pelo governador João Doria (PSDB), mas apontou que o varejo deve perder pelo menos R$ 44 bilhões com o isolamento na pandemia do coronavírus.

De acordo com estimativa da Federação, levando em consideração que as atividades retornem no dia 1º de junho, os prejuízos alcançados nos meses de março, abril e maio devem ter perda diária de R$ 659,7 milhões ao varejo paulista.

Por isso, a FecomercioSP reiterou o pedido de anteriores para mais crédito, de forma mais acessível e de rápida contratação pelas empresas, principalmente dos micros, pequenos e médios negócios.

A Federação afirmou que R$ 650 milhões em crédito pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio do Banco do Povo e do Desenvolve SP, não cobre nem sequer uma média diária do prejuízo no faturamento do comércio.

No comunicado, a entidade ainda sugeriu que a suspensão do recolhimento do ICMS fosse prorrogada por mais três meses e ampliada a todos os tipos de empresas, além de cobrar os detalhamentos do Plano São Paulo e da metodologia que vem sendo utilizada para medir o deslocamento dos cidadãos durante a quarentena.

Hoje, Doria anunciou a prorrogação da quarentena no estado até o dia 31 de maio. A decisão foi tomada nesta manhã, após uma reunião entre ele, o Centro de Contingência ao Coronavírus e secretários. Esta é a segunda vez que o político tucano estende o período de isolamento social como medida de combate à covid-19.

Economia