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Dólar opera em queda de 1,95%, vendido a R$ 5,222, e Bolsa dispara; siga

Ontem (8) o dólar subiu 2,89%, fechando a R$ 5,326 na venda - Reprodução
Ontem (8) o dólar subiu 2,89%, fechando a R$ 5,326 na venda Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

09/09/2021 09h11Atualizada em 09/09/2021 16h48

O dólar comercial operava em queda e a Bolsa em alta no fim da tarde de hoje (9), após a divulgação de uma nota em tom pacificador pelo presidente Jair Bolsonaro. Por volta das 16h45 (de Brasília), a moeda americana caía 1,95%, vendida a R$ 5,222.

No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, operava em alta de 2,36%, atingindo 116.088,46 pontos, mesmo com paralisações de caminhoneiros adicionando incertezas.

Ontem (8) o dólar subiu 2,89%, fechando a R$ 5,326 na venda, e a Bolsa fechou com desvalorização de 3,78%, a 113.412,844 pontos, após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fazer ameaças golpistas durante atos realizados no 7 de setembro, em Brasília e São Paulo.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Paralisação de caminhoneiros

Ontem caminhoneiros entraram em cena, com paralisações em vários estados, o que resultou na divulgação de um áudio por Bolsonaro pedindo a desmobilização do movimento. Ele tem reunião prevista com representantes da categoria ainda hoje.

"Os mercados seguem acompanhando as repercussões do tensionamento no cenário político", afirmou a XP Investimentos, ressaltando que o clima pesado entre os Poderes torna a agenda econômica do governo mais desafiadora.

Em pronunciamento nessa manhã, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Luís Roberto Barroso, disse que Bolsonaro descumpre a palavra dada ao manter o que chamou de "campanha insidiosa" contra sistema eleitoral.

As negociações na bolsa paulista ainda tinham de pano de fundo o avanço de 0,87% do IPCA em agosto, a maior alta para o mês em 21 anos e acima do esperado, com a taxa em 12 meses se aproximando de 10%.

No exterior, Wall Street adotava um viés positivo, com agentes financeiros analisando números sobre os pedidos semanais de auxílio-desemprego, que recuaram para uma mínima em quase 18 meses.

Este conteúdo foi gerado pelo sistema de produção automatizada de notícias do UOL e revisado pela redação antes de ser publicado.

(Com informações da Reuters)

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