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Petrobras reduz preço do diesel nas distribuidoras em 4,48%

A última redução no preço do combustível anunciada pela Petrobrás ocorreu em 1 de março - Paulo Liebert/Estadão Conteúdo
A última redução no preço do combustível anunciada pela Petrobrás ocorreu em 1 de março Imagem: Paulo Liebert/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo

22/03/2023 10h59

A Petrobras anunciou a redução de 4,48% no valor do litro do diesel repassado às distribuidoras a partir desta quinta-feira (23).

O que aconteceu?

  • O preço médio da venda do combustível tipo diesel A vai passar de R$ 4,02 para R$ 3,84. Ou seja, uma redução de R$ 0,18 nas refinarias.
  • O diesel A compõe 90% do diesel comercializado em postos de gasolina do país. Com isso, a parcela da Petrobras no preço do consumidor final será, em média, de R$ 3,45.
  • Não foi anunciada alteração no preço de venda da gasolina nas refinarias.
  • A última redução no preço de combustíveis pela Petrobras ocorreu em 1º de março, quando o preço do diesel teve uma queda de R$ 0,08. Na ocasião, o preço da gasolina também foi reduzido, de R$ 3,31 para R$ 3,18 por litro.
  • O preço médio do diesel nos postos ficou do país em R$ 5,90 por litro na semana passada, segundo pesquisa da ANP. Já o diesel S10 custou em média R$ 5,97 o litro.

O que disse a Petrobras

Essa redução tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da Petrobras frente às principais alternativas de suprimento dos nossos clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino
Petrobras, em comunicado

Repercussão

Desde a segunda semana de março a Petrobras tinha espaço para uma queda de preços do diesel. A avaliação é do analista Pedro Shinzato, da StoneX, que considerou correta a queda de R$ 0,18 por litro anunciada.

O presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sergio Araújo, avaliou que a redução foi maior do que o esperado. "Pelas nossas contas deveria ser de R$ 0,10, R$ 0,11", disse.

Segundo a Abicom, a gasolina continua em paridade com o mercado internacional e não tem motivo para ter os preços alterados no curto prazo.

*Com informações da Agência Estado