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Economistas veem rombo primário menor em 2018 e 2019, aponta relatório Prisma

BRASÍLIA (Reuters) - Economistas passaram a ver menor déficit primário do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência) neste ano e no próximo, na esteira de maiores receitas e menores despesas projetadas, conforme relatório Prisma Fiscal divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Ministério da Fazenda.

Segundo a mediana dos dados coletados até o quinto dia útil deste mês, a expectativa para o déficit primário em 2018 caiu a R$ 149,186 bilhões, contra R$ 153,944 bilhões antes.

Com isso, seguiu dentro da meta estabelecida pelo governo, que é de um saldo negativo em R$ 159 bilhões. O cumprimento do alvo, contudo, é envolto em incertezas em função da série de medidas que foram enviadas ao Congresso Nacional para assegurá-lo, mas que não foram analisadas pelos parlamentares.

No início deste mês, o governo bloqueou R$ 16,2 bilhões em despesas do Orçamento de 2018, sendo R$ 8 bilhões por cautela com receitas previstas via privatização da Eletrobras e outros R$ 8,2 bilhões com remanejamento de gastos.

Para 2019, a estimativa passou a ser de um déficit primário de R$ 119 bilhões, ante R$ 120,961 bilhões no levantamento anterior e indicação do governo de um rombo de R$ 139 bilhões, que será, se confirmado, o sexto dado consecutivo no vermelho do país.

Para a trajetória da dívida bruta, a conta também diminuiu para este ano e o próximo. Agora, a perspectiva é de que chegue a 75,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2018, contra 76% no mês passado. Para 2019, o cálculo melhorou a 77,2% do PIB, ante 78,39% anteriormente.

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