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Sistema de pagamento instantâneo do Banco Central é alternativa a DOC, TED e cartões


Presidente do BC nega que Pix tenha provocado aumento de crimes

Roberto Campos Neto defendeu segurança do Pix  - Cris Fraga/Estadão Conteúdo
Roberto Campos Neto defendeu segurança do Pix Imagem: Cris Fraga/Estadão Conteúdo

Por Marcela Ayres

01/09/2021 11h14Atualizada em 01/09/2021 12h31

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, defendeu hoje que as notícias sobre o aumento da criminalidade após o advento do Pix, que permite transferências instantâneas a qualquer dia e horário, "não estão em linha com o que está acontecendo 100% na realidade".

Em audiência pública na Câmara dos Deputados, Campos Neto afirmou que, com a reabertura da economia, o índice de criminalidade voltou a subir e que o Pix, que não existia antes, passou a ser o método utilizado no lugar de TED e DOC.

"Se a gente olhar o número em si dos atos de criminalidade ele está muito perto do que estava lá em 2019, quando nem tinha o Pix. Ele tem uma correlação muito maior com a abertura da economia do que o Pix, por exemplo, ter fragilidade, que é uma coisa que não é verdade", disse.

Campos Neto defendeu que o Pix, na comparação com TED e DOC, é mais seguro e rastreável.

Sobre a emissão de notas de R$ 200, decidida no ano passado, o presidente do BC reconheceu que esta não era a saída ideal, mas que foi adotada diante de uma necessidade imposta pela pandemia.

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