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Juros de curto prazo têm maior rali em 4 meses; dólar sai a R$ 3,15

Os juros futuros de curto prazo têm o maior rali em quatro meses nesta quinta-feira, ajustando-se à sinalização mais conservadora do Banco Central (BC), que ampliou as dúvidas sobre a disposição da autoridade monetária em intensificar o ritmo de corte da Selic em novembro.

Ontem, o Copom reduziu a meta Selic em 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano, no primeiro corte em quatro anos. A redução mais branda do juro foi na contramão de cerca de 30% das apostas no mercado de DI da BM&F, de corte de 0,50 ponto. A correção dessas apostas explica a alta das taxas de curtíssimo prazo.

O Copom se mostrou mais confiante sobre a convergência da inflação para o centro da meta em 2017 e 2018. Mas também imprimiu no balanço de risco um tom mais cauteloso: citou "pausa recente" nos componentes do IPCA mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica e o ritmo de aprovação do ajuste fiscal.

Às 10 horas, o DI janeiro de 2017 - que reflete as apostas para o Copom de novembro - subia de 13,602% ao ano para 13,715%. Na máxima, foi a 13,730%, na maior alta desde o fim de junho.

O DI janeiro de 2018 tinha alta para 12,120%, frente a 11,920% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2019 ia a 11,400%, contra 11,250% no último ajuste.

No mercado de câmbio, o dólar comercial registrava baixa de 0,34% às 10h02, saindo a R$ 3,1579. A moeda americana abriu em queda e matinha-se nessa trajetória após uma hora da abertura.

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