Índice de commodities cai 5,3% em 2016, após alta de 21,4% em 2015

As matérias-primas que têm influência sobre a inflação brasileira registraram queda de 5,31% no ano passado, maior baixa desde 2001, quando recuaram 6,88%. Em 2015 esses preços tinham avançado 21,43%. Em dezembro, o Índice de Commodities Brasil (IC-Br) teve alta de 0,44%, após variação positiva de 6,08% em novembro.

O indicador é construído partindo dos preços das commodities agrícolas, metálicas e energéticas convertido para reais. Seu equivalente internacional, o "Commodity Research Bureau" (CRB), mostrou variação positiva de 3,35% em dezembro, e caiu 3,05% no ano. Em 2015, tinha avançado 24,57%.

Entre os três subgrupos que compõem o IC-Br, o de commodities agropecuárias (carne de boi, carne de porco, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café e arroz) mostrou baixa de 1,24% no mês, após avançar de 4,97% em novembro. No ano, a queda foi de 11,64%, após alta de 27,11% em 2015.

O preço das commodities metálicas (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) avançaram 2,24% em dezembro, vindo de valorização de 14,14% em novembro. A alta no ano foi de 19,52%, após valorização de 9,43% em 2015.

As commodities energéticas (petróleo Brent, gás natural e carvão) mostraram forte alta de 9,95% no mês passado, após aumento de 0,76% em novembro. No ano, apontaram valorização de 6,48%, de leve alta de 1,68% em 2015.

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