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IGP-M avança para 0,76% na segunda prévia de janeiro

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou para 0,76% na segunda prévia de janeiro. Na mesma medição em dezembro de 2016, o indicador subiu 0,41%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O minério de ferro, os alimentos e os combustíveis seguiram como as principais pressões.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede os preços no atacado e representa cerca de 60% do IGP, passou de 0,53% para 0,91% de alta entre a parcial do último mês de 2016 e a do mês inicial de 2017. Os bens finais foram de queda de 0,28% para aumento de 0,56% influenciados pelo grupo de alimentos in natura (-5,49% para -0,94%). Já os bens intermediários subiram de 0,17% para 0,81%, impulsionados por combustíveis e lubrificantes para a produção (-1,97% para 4,77%).

Apesar de ter desacelerado a alta de 15,36% para 14,60%, o minério de ferro ainda segue como maior pressão individual entre os preços no atacado, seguido pelo óleo diesel, que deixou queda de 4,42% na segunda prévia de dezembro de 2016 para subir 6,05% na segunda medição de janeiro de 2017.

A inflação para o consumidor, medida pelo IPC, também se intensificou na segunda prévia de janeiro, ao marcar 0,57%, ante 0,12% na parcial de um mês antes. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas. A principal contribuição foi de Alimentação (0,04% para 0,69%), puxada por hortaliças e legumes (-5,08% para 1,02%).

Também contribuíram para o resultado os grupos habitação (-0,57% para 0,09%), transportes (0,32% para 0,92%), educação, leitura e recreação (1,26% para 1,62%), comunicação (0,02% para 0,33%) e saúde e cuidados pessoais (0,54% para 0,56%).

Vestuário foi de avanço de 0,12% para recuo de 0,27% e despesas diversas deixaram aumento de 0,79% para 0,66%.

Entre os três grandes grupos do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) foi o único que perdeu fôlego, ao passar de uma alta de 0,32% na segunda pesquisa de dezembro de 2016 para 0,24% em igual apuração de janeiro de 2017. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação positiva de 0,16% e aquele que representa o custo de mão de obra apresentou alta de 0,31%.

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