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Ministro diz que embargos à carne brasileira são 'soco no estômago'

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse no Senado que o "soco do estômago" que o Brasil está levando com os embargos temporários às carnes brasileira por vários países é tão grande que os esforços do governo precisam ser no sentido de manter e não mais ampliar mercados para os alimentos brasileiros nos próximos anos.


"O que estamos sofrendo hoje é uma pancada, um soco no estômago. Temos que viajar pelo mundo, andar novamente, efetivamente mostrar que houve desvios de algumas pessoas e não do sistema", afirmou Maggi, em audiência conjunta das comissões de Assuntos Econômicos e de Agricultura do Senado.


"Mas começo a pensar que agora temos que lutar para manter a participação de 7% do Brasil no comércio mundial de alimentos e não mais aumentar para 10% como era nosso plano até 2020", completou.


Maggi sempre repete essa meta de ampliar de 7% para 10% a fatia do Brasil nas exportações mundiais de alimentos daqui a três anos em seus discursos em viagens internacionais. Mas hoje disse estar muito preocupado com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, divulgados hoje, que apontam que a média das vendas externas de carnes brasileiras caiu de US$ 63 milhões no mês de março de 2016 para US$ 74 mil ontem, depois das revelações da Operação Carne Fraca.

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