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Conta do ajuste fiscal tem que ser feita pelas despesas, defende BNDES

O presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, defendeu na manhã desta quarta-feira o ajuste fiscal do governo pelo lado da despesa. A declaração foi feita um dia após o Planalto ter anunciado e posteriormente negado que estudava um aumento de alíquota de Imposto de Renda. "O conserto começa na máquina publica brasileira", afirmou na abertura do Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), no Rio.


Rabello de Castro disse constatar que há incompetência do país em realizar as reformas necessárias, como a tributária e previdenciária e acrescentou haver incapacidade de fazer o custo do sistema de máquina pública caber no PIB.


Ele disse também que o BNDES "não vai baixar a cabeça frente às acusações espúrias" e acrescentou que o banco "não vai se aposentar aos 65 anos".

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