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Cemig: Demanda máxima de energia pode cair 4% com horário de verão

A Cemig prevê uma redução de 4% na demanda máxima de energia no Estado de Minas Gerais, durante o horário de verão, que terá início no próximo domingo. A estimativa corresponde a 350 megawatts (MW) de potência, volume suficiente para abastecer a demanda de pico de um município de 800 mil habitantes, equivalente à soma da população das cidades de Juiz de Fora e Sete Lagoas.


Com relação ao consumo de energia, a expectativa da empresa é que haja uma economia de até 0,5%, que representa cerca de 100 mil megawatts-hora (MWh), volume suficiente para abastecer Belo Horizonte por nove dias.


A Cemig estima que, para os consumidores comerciais e residenciais, o consumo de energia pode ser reduzido em até 5%, devido ao menor tempo de utilização de iluminação artificial.


Com relação ao Brasil, de acordo com as avaliações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), nos últimos anos o horário de verão alcançou uma redução média de 4,5 % na demanda no horário de pico e uma economia diária de 0,5%. A economia tida no período em que o horário de verão vigora equivale à demanda de uma cidade como Brasília durante 30 dias.


Além disso, o ONS estima que os ganhos com o horário de verão chegam a R$ 147 milhões. Esse valor representa o custo evitado em despacho de usinas térmicas por questões de segurança elétrica e atendimento à ponta de carga no período de vigência desse horário.

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