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Juros curtos caem em ajuste à decisão do Copom

Os juros futuros se ajustam nessa manhã depois que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa básica de juros em 6,5%. Os vencimentos mais curtos têm leve queda, devolvendo aos poucos os prêmios de riscos que precificavam aumento da taxa nessa reunião e nos próximos encontros. Ao mesmo tempo, os contratos intermediários e longos sobem em meio às incertezas ainda presentes.

"O mercado está corrigindo hoje a precificação da parte curta, tirando o prêmio uma vez que parece pouco provável que o Banco Central (BC) suba a taxa de juros nas próximas reuniões", afirma Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho.

Segundo ele, a lógica para os prazos médios e longos acaba sendo diferente pelo cenário de incertezas com as eleições. "O próprio BC voltou a falar da necessidade de avançar com as reformas e sabemos que o atual governo, muito enfraquecido, não conseguirá. Passa a depender do próximo presidente e isso ainda está muito incerto, o que favorece a manutenção dos prêmios."

O estrategista afirma ainda que na ponta longa, as questões externas afetam as taxas, como uma potencial guerra comercial global, alta de juros nos Estados Unidos e riscos políticos. "A parte longa tem menos espaço para retroceder."

Às 11h07, o DI janeiro 2019 marcava 7,055% após 7,04% no ajuste anterior. O DI janeiro 2020 se situava em 8,770%, após 8,65% no ajuste anterior. O DI janeiro 2021, por sua vez, marcava 9,820%, depois de sair em 9,67% no ajuste anterior. O DI janeiro 2025 tinha taxa de 11,970% (ante 11,76% no ajuste anterior).

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