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Opinião

Prévia do PIB e reta final da temporada de balanços são destaques da semana

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Veja a análise do dia no vídeo a seguir, confira os destaques noticiosos mais abaixo e tenha um bom dia de investimentos:

No Brasil, começa a reta final da temporada de balanços do terceiro trimestre de 2023. Entre os resultados que serão divulgados nos próximos dias estão Magazine Luiza (MGLU3), Lojas Marisa (AMAR3), Azul (AZUL4) entre outros. A Americanas também divulgaria seus resultados de 2022 nesta segunda-feira (13), mas a companhia adiou o balanço pela quarta vez. Na agenda de indicadores, além da divulgação do Boletim Focus hoje, o destaque desta semana é para a divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e do índice IBC-Br, considerado uma prévia do PIB do Banco Central. No campo político, o destaque é o próximo passo de aprovação da reforma tributária. A expectativa é que a votação não aconteça nos próximos dias, em razão do feriado do dia 15, da República (que fecha a B3). A reforma foi aprovada, via emenda constitucional, pelo Senado no dia 8 de novembro e agora o tema retorna à Câmara dos Deputados. A Casa deve ratificar as alterações.

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Nos EUA, os futuros das bolsas americanas operam em baixa. A agência de classificação de risco Moody's cortou na sexta-feira (10) a perspectiva de classificação de crédito AAA dos EUA de estável para negativa, apontando para riscos fiscais crescentes no país, enquanto o risco de shutdown volta ao radar. A semana ainda reserva diversos indicadores relevantes a serem divulgados como a inflação ao consumidor (CPI) que sai amanhã (14) e a inflação ao produtor (PPI), na quarta-feira (15), junto com as vendas no varejo. Já os dados da produção industrial serão divulgados na quinta-feira (16). O mercado também monitora a reunião de cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) em São Francisco, palco do encontro entre os presidentes dos EUA, Joe Biden, e da China, Xi Jinping. Segundo fontes da Bloomberg, a China está considerando suspender um embargo aos aviões 737 Max da Boeing, e o anúncio de uma encomenda pode acontecer durante a reunião. Além disso, nessa reunião poderá ser definida maior estabilidade a uma relação que é definida por divergências em temas como controles de exportação, a situação de Taiwan e as guerras no Oriente Médio e na Ucrânia.

Na Europa, as bolsas operam em alta. Investidores aguardam uma reunião nesta semana entre os presidentes dos EUA, Joe Biden, e da China, Xi Jinping. Apesar do apetite por risco nos negócios dessa manhã, o futuro da política monetária, fator que pesou nas bolsas europeias na última sexta-feira (10), segue no radar. Mais cedo, o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, reiterou que a instituição manterá uma política restritiva de juros pelo tempo que for necessário. Guindos previu também que o BCE terá melhor condições de reavaliar a perspectiva da inflação na zona do euro na reunião de política monetária de dezembro. O BCE deixou seus juros inalterados no mês passado, depois de elevá-los de forma contínua desde julho do ano passado. Na agenda de indicadores dessa semana teremos a divulgação do PIB do 3º trimestre amanhã e o CPI de outubro, na sexta-feira (17), quando Christine Lagarde (BCE) discursa.

Na Ásia, as bolsas fecharam em alta. O mercado também aguarda a reunião entre Joe Biden e Xi Jinping. O evento principal da cúpula da Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec), que começou neste domingo em São Francisco (EUA) e vai até sexta-feira. Será a primeira vez que os dois líderes vão conversar em um ano, período em que as tensões pioraram. Liderando os ganhos na Ásia, o índice Hang Seng avançou 1,30% em Hong Kong, enquanto o japonês Nikkei teve alta apenas marginal de 0,05% em Tóquio, e o Taiex subiu 0,94% em Taiwan. Na China continental, os ganhos foram moderados, de 0,25% no caso do Xangai Composto, e de 0,56% no Shenzhen Composto. Exceção na Ásia hoje, o sul-coreano Kospi caiu 0,24% em Seul, revertendo ganhos de mais cedo no pregão. Além disso, a China divulga a produção industrial e as vendas no varejo na terça-feira. Também saem os números de investimentos em ativos fixos, investimentos imobiliários e taxa de desemprego.

Opinião

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