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Dólar fecha em alta de 0,87%, vendido a R$ 5,172; Bolsa cai 0,7%

Getty Images via BBC
Imagem: Getty Images via BBC

Do UOL, em São Paulo

09/12/2020 17h26Atualizada em 09/12/2020 18h51

O dólar comercial fechou hoje (9) em alta de 0,87%. A moeda norte-americana encerrou as negociações do dia cotada a R$ 5,172.

Ontem (8), o dólar encerrou as negociações do dia em alta de 0,15%, a R$ 5,128.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Já o Ibovespa, principal indicador da Bolsa de Valores brasileira, encerrou as negociações de hoje em baixa. O índice caiu 0,7%, aos 113.001,16 pontos.

As ações da Telefônica Brasil lideraram os ganhos, com 2,23% de alta. Na outra ponta, os papéis das Lojas Americanas caíram 4,32%. Ontem (8), o índice subiu 0,18%, aos 113.793,06 pontos.

O resultado de hoje acompanha uma recuperação da moeda norte-americana no exterior, enquanto dúvidas sobre o coronavírus ainda persistem. No Brasil, os operadores ficaram de olho no fim da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) sobre a taxa básica de juros, a Selic.

"Os mercados lá fora se dividem entre o aumento dos casos da covid-19 e o avanço em torno das vacinas", escreveu Ricardo Gomes da Silva, superintendente da Correparti Corretora à Reuters.

Ele também chamou a atenção para as discussões acerca de mais medidas de auxílio fiscal nos Estados Unidos. O governo do país propôs um pacote de US$ 916 bilhões na terça-feira, depois que os democratas do Congresso rejeitaram um plano mais magro.

Assim como a distribuição ampla de vacinas contra o coronavírus, a aprovação de mais estímulos fiscais na maior economia do mundo é vista por muitos analistas como essencial para uma recuperação diante da crise pandêmica.

Para o Bradesco, por exemplo, a única forma de acabar com o risco de contágio da covid-19 é a ampla distribuição de vacinas. "Até a imunização em larga escala, o risco de novos surtos segue presente e não pode ser descartado", disse, em nota, o banco à Reuters.

(Com Reuters)

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