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Dólar cai 0,53% e fecha em R$ 5,565; Bolsa tem 3ª alta consecutiva

Rick Wilking/Reuters
Imagem: Rick Wilking/Reuters

Do UOL*, em São Paulo

25/11/2021 17h22Atualizada em 25/11/2021 20h06

O dólar comercial caiu 0,53% e terminou o dia cotado a R$ 5,565 na venda, num movimento em sintonia com melhora também nos mercados de juros e ações, num dia sem a referência dos negócios nos Estados Unidos, fechados pelo feriado de Ação de Graças. Esta é a segunda queda consecutiva da moeda, que fechou ontem a R$ 5,595.

O Ibovespa fechou em alta pelo terceiro dia consecutivo, e subiu 1,24%, aos 105.811,25 pontos, maior nível desde o dia 12. As ações da Petrobras puxaram a alta, após a estatal divulgar o plano de negócios de 2022 a 2026. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 4,13%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram 4,41%.

O valor do dólar divulgado diariamente pela imprensa, inclusive o UOL, refere-se ao dólar comercial. Para quem vai viajar e precisa comprar moeda em corretoras de câmbio, o valor é bem mais alto.

Divulgação do IPCA

Com o mercado norte-americano fechado, na sequência de um dia agitado no exterior, investidores se voltam para a cena local hoje. O IPCA-15 subiu 1,17% em novembro, divulgou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas). Trata-se da taxa mais elevada para um mês de novembro desde 2002. Na medição anterior, em outubro, o indicador avançou 1,2%.

"Segundo mês consecutivo de surpresa no IPCA-15, com a elevação das medidas de núcleo acompanhadas pelo Banco Central, podem colocar maior pressão sobre a próxima decisão do Copom, em dezembro", escreveram analistas do BTG Pactual Digital incluindo Álvaro Frasson.

No fronte fiscal, investidores seguem atentos a qualquer novidade sobre a PEC dos Precatórios, que deve ser votada em comissão no Senado na semana que vem. Para Flávio Conde, head de renda variável da Levante, apesar da solução não ser a esperada pelo mercado, já que não tem uma indicação de onde virá a receita, por exemplo, para um Auxílio Brasil permanente, "existe sensação no mercado que essa novela (PEC) está perto do fim".

*Com Reuters e Agência Brasil

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