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McDonald's dos EUA é processado por racismo e assédio sexual em franquia

Do UOL, em São Paulo

Dez ex-funcionários do McDonald's na Virgínia, nos EUA, entraram com processo na Justiça americana contra a empresa, na última quinta-feira (22), por racismo e assédio sexual. 

Eles trabalhavam em franquias da rede de fast food, mas estão processando a companhia porque alegam que ela tem responsabilidade pelos atos das lanchonetes franqueadas. 

Os ex-funcionários, nove negros e um descendente de espanhóis, afirmam que sofreram ofensas de supervisores de três franquias que pertencem à Soweva. Eles também dizem que foram demitidos ilegalmente.

De acordo com os funcionários, os supervisores afirmaram que estava "muito escuro" nos restaurantes, e que seria necessário mudar a equipe para "tirar a favela".

Katrina Stanfield, uma das que entraram com a ação, afirmou a jornalistas que um dos supervisores a tocou de maneira inapropriada e mandou a ela fotos sem roupa. Ela também disse que levou o caso ao escritório corporativo do McDonald's, mas não teve resposta.

Para justificar o processo contra a sede da companhia, os ex-funcionários afirmam que o McDonald's tem controle sobre praticamente todas as operações de suas franquias, incluindo contratação, demissão, definição de salários, treinamento e disciplina.

O McDonald's americano não comentou e disse que iria analisar o caso.

Em comunicado, a companhia afirmou que abraça a diversidade há muito tempo e que a discriminação não está de acordo com seus valores.

(com Reuters)

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