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IGP-M na 2ª prévia de junho fica em 1,75%, ante 1,20% na 2ª de maio, diz FGV

Daniela Amorim

Rio

19/06/2018 08h35

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 1,75% na segunda prévia de junho, após ter aumentado 1,20% na segunda prévia de maio. A informação foi divulgada na manhã desta terça-feira, 19, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou alta de 5,26% no ano e avanço de 6,80% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de junho. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 2,24% em junho, ante um avanço de 1,71% na segunda prévia de maio. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou elevação de 0,99% na prévia de junho, depois de uma alta de 0,20% em igual leitura de maio. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve alta de 0,48% na segunda prévia de junho, depois do aumento de 0,44% na segunda prévia de maio.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de maio a 10 de junho. No dado fechado do mês de maio, o IGP-M subiu 1,38%, segundo a FGV.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários mensurados pelo IPA agrícola sofreram forte alta: subiram 3,26% no atacado, na segunda prévia do IGP-M de junho. Na mesma prévia de maio, houve elevação de 0,57%, informou a FGV.

Os produtos industriais no atacado - que são medidos pelo IPA Industrial - tiveram elevação de 1,89% na segunda prévia de junho, ante alta de 2,10% na mesma prévia do mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais tiveram elevação de 2,17% na segunda prévia de junho, depois do avanço de 0,18% na mesma prévia de maio.

Os preços dos bens intermediários tiveram aumento de 2,41% na prévia de junho, ante elevação de 2,50% na segunda prévia de maio. Os preços das matérias-primas brutas subiram 2,10% na segunda leitura de junho, após uma alta de 2,63% na mesma prévia de maio.

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