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Meta é incluir informais no mercado formal no pós-pandemia, diz secretário

5.set.2019 - O secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, em coletiva de imprensa - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
5.set.2019 - O secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, em coletiva de imprensa Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Amanda Pupo

Brasília

04/06/2020 13h53Atualizada em 04/06/2020 14h40

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, afirmou hoje que o governo federal estuda como incluir no mercado formal a população de trabalhadores informais que precisou recorrer ao governo federal para receber o auxílio emergencial de R$ 600, pago também a autônomos, microempreendedores e desempregados.

Segundo o secretário, esse é um debate já feito pelos ministérios, considerando o cenário pós-pandemia do novo coronavírus.

Bianco, que participou de webinário promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), se reservou a falar do tema em linhas gerais, sem detalhamentos. Ele explicou que o mapeamento feito desse público em razão da concessão do auxílio possibilita ao Executivo estudar políticas para trazer os informais ao mercado formal.

"Nossa meta é incluir essas pessoas no mercado formal, para que eles possam se sustentar prioritariamente por meio de seu trabalho. Com a premissa básica de que, caso eles não consigam, o Estado vai continuar ali para protegê-los", disse Bianco.

Também presente no seminário, o secretário-executivo do Ministério da Cidadania, Antônio Barreto, afirmou que o governo se debruça sobre a questão no momento. "Estamos trabalhando juntos agora, para que a gente consiga ao final da pandemia fazer essa conexão entre rede de proteção e a conexão com o emprego", disse.

Para ele, se essa conexão não for possível, o Brasil será colocado numa "situação de fragilidade econômica de longo prazo".

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